Fonte MIR
O GADITA É UM CONSOLIDADOR VALENTE
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O NASCIMENTO DO MESSIAS
Hoje vamos estudar um pouco sobre a festa do nascimento de Yeshua, Tabernáculos a verdadeira história de Natal! Como é gratificante recordar esses acontecimentos que nos relata o Evangelho de Lucas. Constatar como tudo aconteceu em tempo perfeito e como cada personagem teve um papel determinante no plano de redenção.
Tabernáculos é a última festa do calendário bíblico, dura 8 dias, e este ano ocorreu de 3 a 11 do mês de Outubro, porém no calendário hebraico de 15 a 22 de Tishrei. ( Setembro e Outubro)
É uma Festa em que depois de arrependimento e acerto diante dos céus, e perdoados, somos convocados a comparecer perante o Senhor para o louvarmos, adoramos e nos alegrarmos e expressarmos em liberdade por tudo o que representa a envolve a nossa vida, pela sua Palavra, Suas promessas e aliança.
Esta festa reflete o desejo de Deus habitar entre o Seu povo, declarando: “E me farão um santuário, para que eu habite no meio deles.” Assim a Festa dos Tabernáculos é também chamada Festa das “cabanas” porque ela foi ordenada desde o deserto quando o povo de Israel caminhava rumo á terra da promessa acompanhado pela presença da glória de Deus.
Mais tarde nasce Yeshua e vem “tabernacular” entre o povo e abrir o acesso ao povo relacionar-se com Deus. “O Verbo se fez carne e tabernaculou entre nós”. Yeshua nasceu no primeiro dia da Festa dos Tabernáculos e foi depois consagrado no Templo no 8º dia da mesma Festa.
Evidências que confirmam esta verdade.
O Sacerdote Zacarias - Lucas 1:15 - nos dias de Yeshua, Israel estava dividido em 24 distritos. Cada distrito enviava 2 sacerdotes para oficiarem no Templo. Zacarias era da turma de Abias, do oitavo turno. O ano religioso começava em meados de Abril e oficiavam de dois em dois cada semana. Ao voltar a casa sua esposa engravida em Julho e, João Baptista nasce no ano seguinte na Páscoa. Quando esta está grávida de 6 meses, em Chanukkah (meados de Dezembro) Maria recebe a visitação do anjo afirmando que está grávida de Yeshua. Nove meses de gravidez e o nascimento ocorre na Festa dos Tabernáculos.
A Linguagem dos anjos - a festa é chamada de Estação de Gozo e Festa das Nações. Em Lucas 2:10 lemos: - O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas(basar em hebraico, conhecido como evangelho) de grande alegria(Sukkot é conhecido como “estação da alegria”) que o será para todo o povo ( Sukkot é chamada “festa das nações”). A terminologia do anjo para anunciar o nascimento de Yehoshua é associada a temas e mensagens da Festa dos Tabernáculos.
Tiras de pano (faixas) – Luc. 2:12 – Jesus foi envolto em faixas e deitado numa manjedoura. As faixas ou tiras de pano eram usadas para acender os 16 vasos de azeite no pátio das mulheres durante a festa de Sukkot. As faixas estão associadas com a Festa dos Tabernáculos.
A Cabana / manjedoura – a mesma palavra é usada para referir-se ao lugar para o gado “sukkah” (Luc. 13:15 e Gen. 33:17) - Jacó, porém, partiu para Sucote, e edificou para si uma casa, e fez barracas(Sukkot) para o seu gado; por isso o lugar se chama Sucote. Vemos, portanto Jesus nasceu numa sukkah, numa cabana especificamente montada na Festa dos Tabernáculos como é mandamento bíblico.
Jerusalém cheia – durante a Festa de Tabernáculos todos os homens deveriam ascender a Jerusalém (Dt. 16:16). Por esta razão a cidade estava superlotada. Isso explica porque José e Maria não puderam encontrar alojamento à volta de Jerusalém (Luc. 2:7). Belém, a cidade onde Jesus nasceu, nas redondezas de Jerusalém.
Os pastores - quando os anjos apareceram, estes estavam nos campos guardando os seus rebanhos durante a noite. Na época da Festa dos Tabernáculos, em Israel o clima é temperado, as noites quentes, o que não acontece mais adiante quando pelo Inverno chega a chuva e neve.
Os sábios do Oriente – (Mat. 2:1-2) eram astronomos, homens cultos, rabis, que viviam no Oriente, na Babilónia, onde havia a maior comunidade Judaica de então, quando Yeshua nasceu. Porque eram Judeus, no período de Tabernáculos cumpriam o mandamento de construir cabanas, habitar nelas, e olhar as estrelas e assim repararam numa estrela diferente que apareceu. “Vimos a Sua estrela” – eram rabis, homens religiosos que esperavam a chegada do Messias de Israel segundo as profecias das Escrituras e entre elas a de Num. 24:17) - “Eu o vejo, mas não no presente; eu o contemplo, mas não de perto; de Jacó procederá uma estrela, de Israel se levantará um cetro que ferirá os termos de Moabe, e destruirá todos os filhos de orgulho.”
Em Mat. 2:10 lemos: “Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria.” Sukot é chamada “a estação da nossa alegria”. Eles viram a estrela no Oriente. O povo Judeu via a salvação vinda do Oriente. Yehoshua descende da tribo de Judá . No deserto, no Tabernáculo de Moisés, a tribo de Judá estava posicionada a Oriente. Em Lucas 2:32, Yeshua é chamado a “luz dos gentios” e, Sukot, a Festa dos Tabernáculos, é chamada também a “Festa dos Gentios” .
A Festa dos Tabernáculos abarca verdades espirituais que são necessárias guardar:
Estação das Chuvas- este é quando se dá inicio ao período das chuvas em Israel e está ligado com a profecia de Joel 2:23 “Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, e regozijai-vos no Senhor vosso Deus; porque ele vos dá em justa medida a chuva temporã, e faz descer abundante chuva, a temporã e a serôdia, como dantes. “ em que o seu cumprimento aponta para uma jamais vista colheita de vidas para o Reino de Deus. Aponta igualmente para um período favorável pela presença do Espírito Santo.
Avivamento - A chuva fala também de avivamento, restauração, retorno a Deus e confiança nele. Assim como a chuva veio depois de Elias orar sete vezes por ela (1 Rs. 18:41-46), o grande derramar do Espírito virá quando os crentes em Jesus oraram intensamente para que Ele venha. Deus já declarou que derramará do Seu Espírito durante o sétimo mês, o que é uma figura espiritual dos últimos tempos. Temos visto na maior parte do tempo chuvas de bênçãos (Ez. 34:26)
A vinda do Messias Yeshua - Oseias 6:3 declara que o Seu regresso será em Tabernáculos, no tempo da chuva serôdia que rega a terra.
Tabernáculos é também chamada a Festa das Nações. Será celebrada por todas as nações no Milénio (Zac. 14:16-18). Enquanto havia Templo em Jerusalém, nesta festa eram sacrificados 70 novilhos, de acordo com as 70 naçoes existentes então no mundo. Deut. 32:8 – “Quando o Altíssimo dava às nações a sua herança, quando separava os filhos dos homens, estabeleceu os termos dos povos conforme o número dos filhos de Israel.” E quando Jacó entrou no Egipto, todos os da sua casa eram 70.
Por isso celebramos Tabernáculos porque tabernáculos aponta para a maturidade no relacionamento com o Messias glorificado e na grande alegria e intimidade que vivemos no relacionamento com Ele, sabendo que hoje peregrinos na terra, somos amados, cuidados e aliançados com Yeshua para todo o sempre!
Extraído
O NASCIMENTO DO MESSIAS
Hoje vamos estudar um pouco sobre a festa do nascimento de Yeshua, Tabernáculos a verdadeira história de Natal! Como é gratificante recordar esses acontecimentos que nos relata o Evangelho de Lucas. Constatar como tudo aconteceu em tempo perfeito e como cada personagem teve um papel determinante no plano de redenção.
Tabernáculos é a última festa do calendário bíblico, dura 8 dias, e este ano ocorreu de 3 a 11 do mês de Outubro, porém no calendário hebraico de 15 a 22 de Tishrei. ( Setembro e Outubro)
É uma Festa em que depois de arrependimento e acerto diante dos céus, e perdoados, somos convocados a comparecer perante o Senhor para o louvarmos, adoramos e nos alegrarmos e expressarmos em liberdade por tudo o que representa a envolve a nossa vida, pela sua Palavra, Suas promessas e aliança.
Esta festa reflete o desejo de Deus habitar entre o Seu povo, declarando: “E me farão um santuário, para que eu habite no meio deles.” Assim a Festa dos Tabernáculos é também chamada Festa das “cabanas” porque ela foi ordenada desde o deserto quando o povo de Israel caminhava rumo á terra da promessa acompanhado pela presença da glória de Deus.
Mais tarde nasce Yeshua e vem “tabernacular” entre o povo e abrir o acesso ao povo relacionar-se com Deus. “O Verbo se fez carne e tabernaculou entre nós”. Yeshua nasceu no primeiro dia da Festa dos Tabernáculos e foi depois consagrado no Templo no 8º dia da mesma Festa.
Evidências que confirmam esta verdade.
O Sacerdote Zacarias - Lucas 1:15 - nos dias de Yeshua, Israel estava dividido em 24 distritos. Cada distrito enviava 2 sacerdotes para oficiarem no Templo. Zacarias era da turma de Abias, do oitavo turno. O ano religioso começava em meados de Abril e oficiavam de dois em dois cada semana. Ao voltar a casa sua esposa engravida em Julho e, João Baptista nasce no ano seguinte na Páscoa. Quando esta está grávida de 6 meses, em Chanukkah (meados de Dezembro) Maria recebe a visitação do anjo afirmando que está grávida de Yeshua. Nove meses de gravidez e o nascimento ocorre na Festa dos Tabernáculos.
A Linguagem dos anjos - a festa é chamada de Estação de Gozo e Festa das Nações. Em Lucas 2:10 lemos: - O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas(basar em hebraico, conhecido como evangelho) de grande alegria(Sukkot é conhecido como “estação da alegria”) que o será para todo o povo ( Sukkot é chamada “festa das nações”). A terminologia do anjo para anunciar o nascimento de Yehoshua é associada a temas e mensagens da Festa dos Tabernáculos.
Tiras de pano (faixas) – Luc. 2:12 – Jesus foi envolto em faixas e deitado numa manjedoura. As faixas ou tiras de pano eram usadas para acender os 16 vasos de azeite no pátio das mulheres durante a festa de Sukkot. As faixas estão associadas com a Festa dos Tabernáculos.
A Cabana / manjedoura – a mesma palavra é usada para referir-se ao lugar para o gado “sukkah” (Luc. 13:15 e Gen. 33:17) - Jacó, porém, partiu para Sucote, e edificou para si uma casa, e fez barracas(Sukkot) para o seu gado; por isso o lugar se chama Sucote. Vemos, portanto Jesus nasceu numa sukkah, numa cabana especificamente montada na Festa dos Tabernáculos como é mandamento bíblico.
Jerusalém cheia – durante a Festa de Tabernáculos todos os homens deveriam ascender a Jerusalém (Dt. 16:16). Por esta razão a cidade estava superlotada. Isso explica porque José e Maria não puderam encontrar alojamento à volta de Jerusalém (Luc. 2:7). Belém, a cidade onde Jesus nasceu, nas redondezas de Jerusalém.
Os pastores - quando os anjos apareceram, estes estavam nos campos guardando os seus rebanhos durante a noite. Na época da Festa dos Tabernáculos, em Israel o clima é temperado, as noites quentes, o que não acontece mais adiante quando pelo Inverno chega a chuva e neve.
Os sábios do Oriente – (Mat. 2:1-2) eram astronomos, homens cultos, rabis, que viviam no Oriente, na Babilónia, onde havia a maior comunidade Judaica de então, quando Yeshua nasceu. Porque eram Judeus, no período de Tabernáculos cumpriam o mandamento de construir cabanas, habitar nelas, e olhar as estrelas e assim repararam numa estrela diferente que apareceu. “Vimos a Sua estrela” – eram rabis, homens religiosos que esperavam a chegada do Messias de Israel segundo as profecias das Escrituras e entre elas a de Num. 24:17) - “Eu o vejo, mas não no presente; eu o contemplo, mas não de perto; de Jacó procederá uma estrela, de Israel se levantará um cetro que ferirá os termos de Moabe, e destruirá todos os filhos de orgulho.”
Em Mat. 2:10 lemos: “Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria.” Sukot é chamada “a estação da nossa alegria”. Eles viram a estrela no Oriente. O povo Judeu via a salvação vinda do Oriente. Yehoshua descende da tribo de Judá . No deserto, no Tabernáculo de Moisés, a tribo de Judá estava posicionada a Oriente. Em Lucas 2:32, Yeshua é chamado a “luz dos gentios” e, Sukot, a Festa dos Tabernáculos, é chamada também a “Festa dos Gentios” .
A Festa dos Tabernáculos abarca verdades espirituais que são necessárias guardar:
Estação das Chuvas- este é quando se dá inicio ao período das chuvas em Israel e está ligado com a profecia de Joel 2:23 “Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, e regozijai-vos no Senhor vosso Deus; porque ele vos dá em justa medida a chuva temporã, e faz descer abundante chuva, a temporã e a serôdia, como dantes. “ em que o seu cumprimento aponta para uma jamais vista colheita de vidas para o Reino de Deus. Aponta igualmente para um período favorável pela presença do Espírito Santo.
Avivamento - A chuva fala também de avivamento, restauração, retorno a Deus e confiança nele. Assim como a chuva veio depois de Elias orar sete vezes por ela (1 Rs. 18:41-46), o grande derramar do Espírito virá quando os crentes em Jesus oraram intensamente para que Ele venha. Deus já declarou que derramará do Seu Espírito durante o sétimo mês, o que é uma figura espiritual dos últimos tempos. Temos visto na maior parte do tempo chuvas de bênçãos (Ez. 34:26)
A vinda do Messias Yeshua - Oseias 6:3 declara que o Seu regresso será em Tabernáculos, no tempo da chuva serôdia que rega a terra.
Tabernáculos é também chamada a Festa das Nações. Será celebrada por todas as nações no Milénio (Zac. 14:16-18). Enquanto havia Templo em Jerusalém, nesta festa eram sacrificados 70 novilhos, de acordo com as 70 naçoes existentes então no mundo. Deut. 32:8 – “Quando o Altíssimo dava às nações a sua herança, quando separava os filhos dos homens, estabeleceu os termos dos povos conforme o número dos filhos de Israel.” E quando Jacó entrou no Egipto, todos os da sua casa eram 70.
Por isso celebramos Tabernáculos porque tabernáculos aponta para a maturidade no relacionamento com o Messias glorificado e na grande alegria e intimidade que vivemos no relacionamento com Ele, sabendo que hoje peregrinos na terra, somos amados, cuidados e aliançados com Yeshua para todo o sempre!
O mistério da iniquidade
Introdução
Texto: Sl. 32. 2 - Sl. 51 - Sl 24 – 4 Ez. 18:1-32 - Sl 36
A biblia fala em (2 Tess. 2-7) Que há um "mistério da iniqüidade" e isso significa em sua raiz "iniciação ou ação silenciosa".
A iniqüidade e a justiça se opõem radicalmente e se ela coexistir durante toda a vida em um “crente”, este se encontra em um lamentável e terrível estado de juízo durante toda a sua existência. Isto é porque a justiça inevitavelmente julga a iniqüidade.
A iniqüidade é o desejo diabólico de onde todo o mal se deriva. É transmitida ao homem desde seu nascimento e tem como objetivo impregnar o coração de pensamentos e intenções contrárias à justiça, a verdade, ao amor e a tudo o que Deus é. A iniqüidade é a soma de todos estes pensamentos e sentimentos contratidórios ou a soma da maldade do homem.
De acordo com a biblia fomos concebidos em iniqüidade. Ela entra na alma do ser humano no instante em que é concebido. (Sl. 51-5) É neste momento que toda esta informação da herança espiritual da maldade se estabelece nele. “A iniqüidade é um cordão espiritual torcido, e nele serão gravados todos os pecados do homem e o que será sua herança nas gerações seguintes”. (Ex. 34-7) “É onde fica gravado todo o legado torcido e pecaminoso que um homem entregará a seus filhos”.
1 - Onde surgiu a iniquidade?
A iniqüidade surgiu na terra no momento da queda de Satanás, e no homem surgiu depois da queda de Adão.
“Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade. Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda te expulsou do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos reis te pus, para que te contemplem. Pela multidão das tuas iniqüidades, na injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, à vista de todos os que te contemplavam.” (Ezequiel 28:15 e 11).
A iniqüidade é o que a Bíblia chama de embrião do pecado. O embrião do pecado se origina no espirito e invade a alma (coração) e o corpo físico, como um lodo que suja tudo gerando o pecado. A biblia diz: (I João 3.5-10) Qualquer que permanece nele não peca (não vive na prática do pecado); Qualquer que peca não o viu nem o conheceu. Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo. Quem comete o pecado é do diabo; Porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifesta: Para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; Porque a sua semente (seu DNA) permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. Porque a Iniquidade e antagônica a justiça e retidão
2 – Quais as Consequências da iniquidade
2.1 - Pecado concebido e estabelecido - Ex. Alerta de Deus a Caim. Gn. 4-7. O apóstolo Tiago nos fala claramente sobre a iniquidade em forma de desejo que gera o pecado e a morte. Tg. 1-13-16 (Cobicar - Desejar com avidez; apetecer ardentemente).
2.2 – Morte ou Maldição
O Apóstolo John Eckhardt em seu livro: Identificando e Rompendo Maldições define maldição como: “recompensa dada por Deus sobre uma pessoa e sua descendência como resultado de sua iniqüidade”,
Tanto as bênçãos como as maldições são leis espirituais que estão buscando onde se instalar. E a maldição só se instala quando há pouso. Provérbios 26.28. Encontramos pessoas que depois de passarem pelo encontro cancelam as maldições de suas vidas, mas com o tempo estas retornam sobre elas. A razão disto é que, pelo poder do Espírito, conseguiram afasta-las, por um tempo, contudo nunca desarraigaram a sua causa, que é a iniqüidade.
A maldição saiu mas ficou flutuando, buscando outra vez onde se instalar. Ao ver de novo a iniqüidade na pessoa, volta se prender a ela, trazendo a a recompensa dada por Deus sobre uma pessoa e sua descendência como resultado de sua iniqüidade”, conforme está no livro de Lamentações 3.64-66:
As maldições podem ser identificadas através de vários sintomas recorrentes e provêm de raízes específicas de iniqüidade.
3 - Identificando as áreas onde há maldição
3.1 - Área financeira:
Problemas financeiros crônicos, pobreza e miséria, terra que não produz fruto, negócios que se secam sem razão aparente: Causa: Roubo, fraude, bruxaria ou feitiçaria, idolatria, confiar no homem em lugar de Deus, roubar a Deus nos dízimos e ofertas. Malaquias 3.8,9. Jurar falsamente em nome de Deus. Zacarias 5.4;
Quando uma pessoa identifica que está sob maldição, a primeira coisa que tem a fazer é identificar a causa. Esta pode se encontrar na própria pessoa ou em sua geração. Comumente está em ambas. Às vezes, necessitamos que o Espírito Santo nos revele acontecimentos do passado. “A iniquidade, a ruína e a escassez financeira”. Depois, será necessário se arrepender da iniqüidade e, então, desarraigá-la do espírito. Uma vez feito isto terá que se revogar e cancelar as maldições, rompendo seu poder sobre a sua vida.
3.2 – Relacionamentos
Familiares
– Iniquidade entre os pais: Adão e Eva, Abrão e Sara, Isaque e Rebeca ódio, inveja, divórcios, roubo, morte, etc…
- Inquidade entre irmãos – Caim e Abel, Isaque e Ismael, Jacó e Esaú.
- Povos e nações
3.3 – Saúde – enfermidade etc…
Conclusão

Sacrifícios que agradam a Deus
Bendito seja Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual na sua misericórdia, mediante Cristo, Cristo fez de nós sacerdotes, conforme está escrito: "Vós sois... o sacerdócio real" (1 Pd. 2:9) e ainda: e ainda: "Como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer oferecer sacríficios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo"
(1 Ped. 2:5).
Introdução
Na antiga aliança os sacerdotes levíticos foram levantados por Deus para pôr incenso sob as suas narinas e holocausto sobre o seu altar, de fato eles colocavam o incenso sobre o altar que estava no interior do tabernáculo, e ofereciam sacrificios de ações de graças e holocaustos sobre o altar dos holocaustos que estava à entrada da tenda da revelação; eles, sobre os holocaustos, deviam também oferecer a sua respectiva oblação que consistia em flor de farinha amassada com azeite, e deviam também derramar sobre eles a sua respectiva libação que era constituida por uma certa porção de vinho; foi Deus a prescrever para que lhe fossem oferecidos sacrifícios feitos pelo fogo, os quais prefiguravam os espirituais que nós hoje como sacerdotes de Deus devemos oferecer ao nosso Deus que está nos céus. Agora vejamos que sacrifícios espirituais agradam a Deus.
1 - Nossa vida
Paulo escreveuaos filipenses: "E, ainda que seja oferecido por libação (beber algo por prazer) sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós.." (Fil. 2:17); Paulo estava na prisão quando escreveu esta epístola e ficaria contente se tivesse que morrer pelo Evangelho. Ele anunciava o Evangelho aos Gentios e era por eles que ele padecia e suportava tantos sofrimentos e tantas privações, aos Colossenses ele disse: "Regozijo-me agora no que padeço por vós" (Col. 1:24), e aos Éfesios escreveu: "Vos peço que não desfaleçais nas minhas tribulações por vós.." (Ef. 3:13); Paulo estava pronto a morrer pelo nome de Jesus, ele tinha posto a si mesmo sobre o altar para se sacrificar pelos eleitos, e comparava a sua morte ao derramamento da libação sobre um sacrifício. Paulo estava pronto e disposto a oferecer a si mesmo como libação sobre o sacrifício da fé dos Filipenses; notai estas palavras dirigidas por Paulo aos Filipenses: "Sobre o sacrifício..da vossa fé"; ele chamou a fé dos santos de Filipos ‘sacrifício’, e isto faz entender que a fé que opera por meio do amor é um sacrifício agradável a Deus o qual tem prazer naquele que o oferece. Consideremos Jesus, o Cordeiro de Deus e o sacrifício que ele ofereceu a Deus por todos nós; Paulo escreveu aos santos de Éfeso que Cristo "se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave" (Ef. 5:2).
Jesus ofereceu-se a si mesmo em sacrifício a Deus por nós, Ele aniquilou-se a si mesmo para que nós fossemos exaltados, Ele nos deu o exemplo mostrando-nos o que significa apresentar o próprio corpo em sacrifício agradável a Deus. Deus se compraz no seu Filho porque lhe disse: "Tu és meu filho amado, em ti me comprazo" (Lucas 3:22) e Jesus mesmo explicou a razão pela qual o Pai o amava dizendo: "Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la" (João 10:17). Jesus foi amado por Deus porque deu a sua vida por todos nós; Deus sentiu um perfume de cheiro suave quando o seu Filho se ofereceu a si mesmo por nós, e Deus sentirá um perfume de cheiro suave se também nós damos a nossa vida pelos irmãos, porque ofereceremos o nosso corpo em sacrifício a Deus, como Jesus ofereceu o seu por nós. João escreveu: "Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos" (1 João 3:16).
Epafrodito era um cooperador de Paulo e eis de que maneira ofereceu-se a si mesmo em sacrifício a Deus: Paulo dá este testemunho dele aos santos de Filipos: "Pela obra de Cristo chegou até bem próximo da morte, não fazendo caso da vida para suprir para comigo a falta do vosso serviço" (Fil. 2:30).
2 – Espírito Quebrantado
O espírito quebrantado é um outro sacrifício espiritual agradável a Deus. Davi, depois de ter cometido adultério com Bate-Seba e depois de ter morto Urias o Heteu, marido de Bate-Sheba, confessou as suas transgressões a Deus dizendo-lhe: "Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos parece mal, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares" (Sal. 51:4) e também: "Lava-me completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado!" (Sal. 51:2). Davi se fez culpado de uma grave culpa e segundo a lei de Moisés, seja quem cometia adultério com a mulher do seu próximo, seja quem matava o seu próximo com premeditação devia morrer; não haviam sacrifícios pelo pecado ou holocaustos que o culpado destes crimes podia oferecer a Deus para ser perdoado destes pecados. Davi reconheceu a sua iniquidade na presença de Deus e o invocou para que tivesse piedade dele; Davi sabia que Deus não aceitaria nem os seus sacrifícios e nem os seus holocaustos, de facto disse a Deus: "Porque te não comprazes em sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos" (Sal. 51:16), mas também sabia que Deus requeria dele um sincero arrependimento, de facto ele disse: "Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus" (Sal. 51:17).
O povo de Israel quando abandonou Deus e lançou para trás das costas a lei de Deus, continuou a oferecer sacrifícios e holocaustos, mas Deus não os aceitou, de facto está escrito em Isaías: "Não folgo com o sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes" (Is. 1:11), e em Amós: "E ainda que me ofereçais holocaustos, e ofertas de manjares, não me agradarei delas" (Amós 5:22), e porquê isto? Porque o povo fazia toda a sorte de maldades e não se humilhava diante de Deus, não confessando as sua iniquidades e não abandonando-as e por isso Deus desprezava os seus sacrifícios. No caso de Davi, Deus teria desprezado os seus sacrifícios, se ele os tivesse oferecido para ser perdoado, sem se arrepender das suas transgressões, mas Davi sabia quais eram os sacrifícios que Deus requeria dele e que Ele não rejeitaria: um coração quebrantado e contrito, Deus não o desprezaria de certo, e assim foi, porque Davi rasgou o coração e com o coração quebrantado foi a Deus suplicando-lhe para purificá-lo dos seus pecados, e Deus o perdoou.
Nós, como sacerdotes de Deus devemos oferecer a Deus estes sacrifícios, um coração quebrantado e contrito; humilhando-nos diante de Deus, sabendo que "se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça" (1 João 1:9); querdos, o Senhor acolhe quem vai
a Ele sinceramente, confessando-lhe as suas iniquidades e não o lança fora. O espírito quebrantado é um sacrifício agradável a Deus
Nós, como sacerdotes de Deus devemos oferecer a Deus estes sacrifícios, um coração quebrantado e contrito; humilhando-nos diante de Deus, sabendo que "se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça" (1 João 1:9);queridos, o Senhor acolhe quem vai a Ele sinceramente, confessando-lhe as suas iniquidades e não o lança fora.
3 – Sacrifícios de louvor
Um outro sacrifício espiritual que nós, como sacerdotes de Deus, devemos oferecer a Deus é o de louvor, conforme está escrito: "Portanto ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome!" (Hebr. 13:15). Nós, quando louvamos a Deus com a nossa boca, lhe oferecemos um sacrifício espiritual no qual ele tem prazer; está escrito: "Oferece a Deus sacrifício de louvor" (Sal. 50:14), é uma ordem e nós devemos segui-la. Queridos, louvemos a Deus com cânticos, porque Ele é bom e a sua benignidade dura eternamente sobre aqueles que o temem; o Senhor nos resgatou das mãos do adversário e nos tomou nas suas mãos, dando-nos motivo para louvá-lo continuamente.
Paulo escreveu: "Cantando ao Senhor com graça em vosso coração salmos, hinos e cânticos espirituais" (Col. 3:16), isso significa que o sacrifício de louvor, para ser agradável de Deus, deve ser-lhe oferecido com o coração debaixo do impulso da graça. Deus diz: "Aquele que oferece o sacrifício de louvor me glorificará" (Sal. 50:23), portanto o sacrifício de louvor é um perfume de cheiro suave que os santos fazem chegar às narinas de Deus e no qual Deus tem prazer, e quanto ele é agradável a Deus o sabia também Davi que disse: "Louvarei o nome de Deus com um cântico, e engrandecê-lo-ei com acção de graças. Isto será mais agradável ao Senhor do que boi, ou bezerro que tem pontas e unhas" (Sal. 69:30,31); estas palavras as disse pelo Espírito, um homem segundo o coração de Deus, que ofereceu a Deus seja os holocaustos e os sacrifícios de acção de graças de que fala a lei de Moisés seja o sacrifício de louvor.
Conclusão
Os tempos e as circunstâncias podem mudar, mas os atributos de um verdadeiro portador do sacerdócio de Deus permanecem constantes. Sendo assim precisamos estar consciente de nosso papel. Só assim poderemos exercer o ministério para o qual fomos levantados.